quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Amor

És como a rosa que eu cheiro
como o chocolate que eu degusto
como o cigarro que fumo
como o álcool em minhas veias

és como o alimento que me sacia
como aroma que me encanta
como a beleza que me hipnotiza
como as paisagens que aprecio

és a ebriedade que me incendeia
és o fogo que arde em mim
és a parte que me completa
és como o amor que sinto por ti.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Sobre cigarros, macacos e converses.

A moda agora é o Hype. Moda não, o Hype agora é o Hype, porquê moda é termo antigo de fora-de-moda, ops, fora-de-hype. Agora em vez de imitar a tua bandinha favorita, que usa calças skinny e converses brancos sujos, tu fazes o hype. Tu inventas a moda. Tu defines conceitos. Ou melhor, tua bandinha favorita de calças skinny e converses brancos sujos define, o Hype, claro. Peraí, então quem dita o Hype são as bandas, como antes, e não você. É, isso mesmo, porquê o hype é um modismo? Não, o Hype é um Hype, só quem é Hype o é. Arctic Monkeys foi hype, isso mesmo, FOI. F-O-I. Não é mais. È desatualizado. É midiático. Faz sucesso, porquê hype é cult, e cult ninguém conhece. Caiu fora dos conceitos, zarpou, sacou? Tá, e o novo Hype, qual é? Ahhh, já sei, é a Amy, é, a Winehouse, aquela drogada maluca maltrapilha magrela com tatuagens que aparece por aí fumando crack. Ela dita a moda, ela é Hype. Todas as girls of London querem ser igual, com roupas toscas e simples e ar de puta. É, ar de puta mesmo. Então, assim dá pra concluir mais ou menos o que é um Hype. Mais ou menos porquê se todo mundo soubesse ia deixar de ser cult. Um novo conceito besta inventado por bestas que querem ser Hype, além de descoladinhos de calças skinny e converses brancos cults que fumam cigarros enquanto assistem filmes da Nouvelle Vague e fazem caras idiotas.
Reflitam.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Ode ao desabafo

Não, eu não sou. Eu não faço parte dos seus conceitos modísticos oito ou oitenta. Não me classifico dentro de uma pré-determinação formada. Não faço parte da massa que insiste em se auto-estereotipar. Não formo minha opinião de acordo com a opinião geral. Não me coloco como uma árvore plantada em um jardim planejado. Não sou aquilo que você quer que eu seja. Talvez o problema seja você. Porque eu, sou apenas eu mesmo.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008


Título Original: Paris, Je T'Aime
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 116 minutos
Ano de Lançamento (França / Alemanha / Liechstenstein / Suíça): 2006
Site Oficial: www.parisjetaime-lefilm.com

Paris Je'taime é uma coleção de curtas feitos por diversos diretores conhecidos mundialmente, lançado em 2006. Participam do filme diretores conhecidos como Alfonso Cuarón, Gus Van Saint e até Walter Salles, filmando o amor presente cotidiano de Paris de pessoas de diversos segmentos sociais, classes e etnias. Alguns atores também conhecidos também participam, como Willen Dafoe, Nick Nolte, Elijah Wood e Natalie Portman. É legal também pela visão "cotidiana" mostrada em cada curta, como histórias paralelas que se desenrolam diariamente na capital francesa, sempre destacando o lado inspirador e fraterno da própria cidade e de seus habitantes.
Alguns curtas se destacam com mais brio, outros não impressionam, mas o que vale é a mensagem de que o amor está presente em todos os cantos de Paris.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Filme



Scoop - O Grande Furo (Woody Allen)

Título Original: Scoop
Gênero: Comédia
Tempo de Duração: 96 minutos
Ano de Lançamento (EUA / Inglaterra): 2006

Elenco
Hugh Jackman (Peter Lyman)
Scarlett Johansson (Sondra Pransky)
Woody Allen (Sidney "Splendini" Waterman)
Ian McShane (Joe Strombel)
Fenella Woolgar (Jane Cook)
Romola Garai (Vivian)


Não vi muitos filmes de Woody Allen, mas confesso que logo de cara percebi a qualidade do diretor. Scoop não é mais um deste filmes de comédia que não valem nem o dinheiro pago na locação. Aliás, só a atuação de Woody Allen como o mágico Splendini já vale. Ele está fantástico, colocando em primeiro plano um personagem que normalmente ficaria à sombra da atriz principal, Scarlet Johansson. Esta, como a jornalista Sondra Pransky, junto com Hugh Jackman, que interpreta o aristocrata Peter Lyman, fazem um par e promovem uma boa atuação em busca do assassino do tarô em Londres.
Scoop é daqueles filmes que não caem na mesmice, com belos cenários na Inglaterra, boa fotografia e um orçamento relativamente baixo, de US$ 4 milhões de dólares. Um filme inteligente que vai direto ao ponto em que é proposto, sem enrolação e com boas atuações. Fica a dica pra assistir.

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Música


Céu - Céu

Céu é uma cantora jovem da Mpb e considerada uma promissora revelação pela imprensa brasileira e norte-americana, das quais vem recebendo elogios. Céu mora nos Estados Unidos e já engatou algumas turnês bem sucedidas desde a estréia de seu albúm, em 2005. Gravou lá mesmo o albúm, chamado "Céu", que é uma Mpb e Bossa Nova com música eletrônica e vários elementos musicais como reggae, afrobeat, dub e samba. Vale dizer que as quatro primeiras músicas do albúm já valem bastante, já servindo pra ter uma boa impressão do que vem ser o disco. Algo também que vale a pena é a criatividade de algumas músicas, que não se prendem a nenhum estilo, sendo bem originais, com batuques, sons eletrônicos, batidas eletrônicas e uma voz doce e agradável.
Assim, fica a dica pra ouvir Céu no last fm aqui.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Livro


Transpiauí: Uma Peregrinação Proctológica

Neste livro, o autor do site Cocadaboa.com, que atua sob o pseudônimo de Mr. Manson tem um súbito desejo e resolve empreender uma peregrinação ao Piauí com a finalidade de conhecer, como ele mesmo define, os anais do Brasil. Assim, toma um ônibus e viaja até Brasília para ir posteriormente ao Piauí. Nem é preciso dizer que este livro gerou inúmeros protestos por conta do povo piauiense. mas a verdade é que ele trata tudo de forma escrachada e exagerada, tornando-se cativante e cômico, ainda mais se as piadas não forem levadas a sério. Mr. Manson brinca com os estereótipos do povo nordestino e as péssimas condições em que o Nordeste brasileiro está inserido, colocando as situações passadas no percurso e fazendo humor com pequenos detalhes que passam despercebidos na maiora das pessoas.
Agora, o livro foi liberado para ser lido integralmente na internet aqui.