o teu eterno descuido
te levará a extremidade
te fará passar por muito
e te ensinará a viver
teu senso de despreocupação
tua calmaria atordoante
tua tranquilidade exorbitante
se torna teu maior perigo
e então quando fugir do teu controle
te olhararás e ficarás perdida
chorando inconsolável e desesperadamente
como cria desgarrada da mãe
é quando conhecerás a dureza e a perfídia
a que todos estamos expostos nesta vida
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sábado, 30 de maio de 2009
quarta-feira, 18 de março de 2009
homem
É a maneira com que as pessoas atualmente vêem o mundo. Não falo só da ânsia materialista cultuada no mundo conteporâneo, mas da descrença nos valores morais e na tradição, seja ela qualquer uma. Creio que, de uma maneira ou de outra, o homem entrará em colapso. Veja bem, não sou crítico do capitalismo. Muito pelo contrário, pois acredito que o Neoliberalismo seja a política mais adequada à prosperidade das nações atualmente.
O que ocorre é que há sempre uma busca pela tecnologia, pelo desenlvimento, pela prosperidade, material, é claro.
O homem esqueceu-se do maior e mais abstrato conceito descoberto pelo homem moderno: a felicidade, seja ela o que for. Seja correr atrás de borboletas em uma linda paisagem nórdica, seja estar em uma cidade fria pegando neve, seja ela comer sushi eternamente e por aí vai. A importância da felicidade foi totalmente desvirtuada em nosso mundo moderno.
Em minha crença, essa busca desvairada e incessante pelo topo do nada vai resultar em consequências catastróficas, cedo ou tarde. O mundo, (entenda-se a terra, pelo "modesto" conceito) irá entrar em colapso. As pessoas um dia pararão, olharão em volta de si e se perguntarão: o que eu estou fazendo aqui? Isso obviamente no dia em que elas atingirem um estágio de pensamento e inteligência suficiente para refletir criticamente sobre esse assunto e questionar-se dessa maneira.
Assim, tudo mudará. Todos os conceitos mudarão. Toda essa busca pelo nada terminará. As guerras acabarão. As brigas terminarão. Tudo reflorescerá, como uma inominável primavera da vida. Então, o planeta terra deixará de ser um planeta de provas e espiações¹, e o homem conhecerá um novo período de plenitude, desta vez espiritual.
1. Segundo a doutrina espírita de Allan Kardec, o planeta terra é um mundo de provas e expiações, uma espécie de purgatório, onde ainda existem muitos elementos negativos de planos inferiores, tais como violência, criminalidade, corrupção, dentre outros. Segundo esta mesma doutrina, o planeta deixará de ser desta maneira, e será elevado a uma outra condição superior, onde estes elementos desaparecerão.
terça-feira, 18 de novembro de 2008
crítica
Sabe, em alguns pontos me considero satisfeito por possuir determinada opinião. Feliz por ter uma noção que me permita entender a causa e o efeito de tal fator e a razão para desgostar deste. Pessoas, comportamentos, atitudes, opiniões, pensamentos, tudo. Se você começar a entender a causa e o efeito destes, poderá então criticá-los livremente e sem medo de ser surpreendido por um "sabe-tudo". Não é uma discussão legal, óbviamente, até porque não existem fórmulas nem normas que regulamentem o modo de vida da sociedade em geral que pré-determine certos comportamentos.
Assim, me sinto livre pra criticar quem eu quiser, sem medo de ninguém ou que falem de mim.
Esse fim-de-semana dei uam "saidinha", como nunca mais havia feito, e dei de encontro com alguns tipos conhecidos aqui na cidade. "Tipinhos" comuns em cidades de grande-porte, mas que ainda não chega a ser uma metrópole, se equiparada a muitas outras. É verdade que eu possuo uma certa dificuldade pra compreender a linha de pensamento desses tipos específicos, até em um aspecto social, quanto ao seu modo de vida, seu modo de pensar, de agir, de se vestir etc.
A meu ver, são pessoas que ainda não atingiram a magnitude do ser, estando ainda entranhadas pela máscara social estipulada pelos meios de comunicação massificada do século XXI. Alíás, algo muito comum em todo o globo terrestre, conquanto muitos ainda vivem atrasados.
O homem é muito mais que aparências, pensamentos, vestimentas e sentimentos desprezíveis, tais como inveja, mesquinharia, orgulho e arrogãncia.
É de conhecimento notório que todos vivem atualmente segundo o modelo imposto pelos meios de comunicação massificada, como sempre foi e que, estas mesmas pessoas, atualmente, que se dizem globalizadas e alheias a tudo isso, são, na verdade, "tipinhos" impostos e gerados segundo alguns modelos do mundo globalizado.
Esse negócio de comportamento social é muito relativo. Não acho que haja um certo ou errado. Só acho que alguns devam se colocar em seu devido lugar, e se colocar em um papel útil perante a sociedade, parando com banalizações de valores morais e éticos e novas configurações mundiais inúteis.
Assim, me sinto livre pra criticar quem eu quiser, sem medo de ninguém ou que falem de mim.
Esse fim-de-semana dei uam "saidinha", como nunca mais havia feito, e dei de encontro com alguns tipos conhecidos aqui na cidade. "Tipinhos" comuns em cidades de grande-porte, mas que ainda não chega a ser uma metrópole, se equiparada a muitas outras. É verdade que eu possuo uma certa dificuldade pra compreender a linha de pensamento desses tipos específicos, até em um aspecto social, quanto ao seu modo de vida, seu modo de pensar, de agir, de se vestir etc.
A meu ver, são pessoas que ainda não atingiram a magnitude do ser, estando ainda entranhadas pela máscara social estipulada pelos meios de comunicação massificada do século XXI. Alíás, algo muito comum em todo o globo terrestre, conquanto muitos ainda vivem atrasados.
O homem é muito mais que aparências, pensamentos, vestimentas e sentimentos desprezíveis, tais como inveja, mesquinharia, orgulho e arrogãncia.
É de conhecimento notório que todos vivem atualmente segundo o modelo imposto pelos meios de comunicação massificada, como sempre foi e que, estas mesmas pessoas, atualmente, que se dizem globalizadas e alheias a tudo isso, são, na verdade, "tipinhos" impostos e gerados segundo alguns modelos do mundo globalizado.
Esse negócio de comportamento social é muito relativo. Não acho que haja um certo ou errado. Só acho que alguns devam se colocar em seu devido lugar, e se colocar em um papel útil perante a sociedade, parando com banalizações de valores morais e éticos e novas configurações mundiais inúteis.
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
destrinçando
Não sei ao certo o que meu convívio com certos tipos me proporcionou. Acho que o fator mais marcante que adquiri na construção da minha visão de mundo ao longo dos anos foi a intolerância com que há de ser intolerado. Pessoas ignorantes, mal-educadas, egocêntricas, hipócritas (argh! A pior espécie), demagógicas, mesquinhas, pseudo-intelectuais, e, acima de tudo, aqueles que andam com um nariz um pouco acima do ângulo de quarenta e cinco graus.
Não é só por eu achar que a humildade é o mais precioso bem de um ser humano, juntamente com seu caráter. Talvez você deva me achar um hipócrita, de certa forma metido e ainda assim escrevendo sobre esse tipo de coisa.
Pois bem, gosto de observar as características de cada pessoa, como se isso acabasse por marcá-la no meu íntimo como a estereotipização desta. Assim, acabo por criar tipos pré-determinados com características específicas de comportamento. Juntamente com isso, associo a pessoa à esta personalidade e crio o meu grau de aceitabilidade com relação à este indivíduo.
Assim funciona meu filtro com relação à terceiros na minha vida. Cheguei a um ponto em que não me importo se você pensa bem ou mal de mim. Apenas quero que veja a verdade. Àqueles que vêem a verdade acabam por ter a verdadeira noção do que eu falo, sem precisar recorrer a profundos entendimentos acerca disso.
Resumindo: é tudo uma questão de bom senso, ou também do senso natural de cada um.
Nesse momento você pode estar me achando um egocêntrico, arrogante, intolerante, mal-educado e até pseudo-intelectual. Mas quer saber, não dou a mínima. Se você está lendo é talvez porque, de alguma maneira, se interessou pelo meu texto. Se conseguir ver a verdade e entender, muito bem, nem digo mais nada, você está no caminho. Se não viu, o problema é seu. Feche o blog e não me visite mais.
Não é só por eu achar que a humildade é o mais precioso bem de um ser humano, juntamente com seu caráter. Talvez você deva me achar um hipócrita, de certa forma metido e ainda assim escrevendo sobre esse tipo de coisa.
Pois bem, gosto de observar as características de cada pessoa, como se isso acabasse por marcá-la no meu íntimo como a estereotipização desta. Assim, acabo por criar tipos pré-determinados com características específicas de comportamento. Juntamente com isso, associo a pessoa à esta personalidade e crio o meu grau de aceitabilidade com relação à este indivíduo.
Assim funciona meu filtro com relação à terceiros na minha vida. Cheguei a um ponto em que não me importo se você pensa bem ou mal de mim. Apenas quero que veja a verdade. Àqueles que vêem a verdade acabam por ter a verdadeira noção do que eu falo, sem precisar recorrer a profundos entendimentos acerca disso.
Resumindo: é tudo uma questão de bom senso, ou também do senso natural de cada um.
Nesse momento você pode estar me achando um egocêntrico, arrogante, intolerante, mal-educado e até pseudo-intelectual. Mas quer saber, não dou a mínima. Se você está lendo é talvez porque, de alguma maneira, se interessou pelo meu texto. Se conseguir ver a verdade e entender, muito bem, nem digo mais nada, você está no caminho. Se não viu, o problema é seu. Feche o blog e não me visite mais.
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